terça-feira, 15 de setembro de 2015

Dia Internacional da Democracia











Dia Internacional da Democracia 

A ONU declarou em 2007 o dia 15 de setembro como o Dia Internacional da Democracia em referência à adoção em setembro de 1997 da "Declaração Universal da Democracia" pela União Interparlamentar (UIP).

O objetivo da criação desde dia é promover a democratização e a observação dos direitos e liberdades do homem. Neste data é feito um convite às nações e às organizações para que realizem iniciativas que promovam os valores universais da democracia junto das populações.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Dia Internacional da Alfabetização.






Celebra-se, hoje, o Dia Internacional da Alfabetização, instituído em 1967, pela ONU e UNESCO, com o objetivo de alertar para este flagelo que, em pleno sec. XXI, atinge milhões de pessoas, em todo o mundo.
   
Em Portugal, mais de meio milhão de pessoas são analfabetas. São cidadãos sem qualquer nível de escolaridade, que não sabem ler nem escrever.
   
Portugal apresenta uma das mais elevadas taxa de analfabetismo, de 5.2 %, ocupando um dos últimos lugares da tabela dos países europeus.






O analfabetismo é castrador de iniciativas e de vidas!
Não saber ler nem escrever, coarta a liberdade e deixa as pessoas reféns de vontades e de
interpretações de terceiros, tornando-as dependentes e frágeis

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Tema do mês de setembro de 2015


Tema de setembro

MIGRAÇÕES E DEMOGRAFIA

É inevitável iniciar o mês do AED2015‬ dedicado às Migrações e Demografia com a crise humanitária que se vive hoje em solo europeu.
Quase 300 mil migrantes e refugiados chegaram este ano à Europa pelo mar Mediterrâneo, de acordo com a agência da ONU para os Refugiados (ACNUR).
Durante este mês, vamos tentar perceber melhor a forma como as questões demográficas, as migrações e os refugiados se interligam com o Nosso Futuro e o Nosso Desenvolvimento.

A população mundial atingiu os 7 mil milhões em 2013. Em 2014, mais de metade da população mundial vive nas cidades. Mais de metade dos cerca de 232 milhões de migrantes mundiais vive em países de baixo e médio rendimento. A maioria é forçada a migrar devido a catástrofes e dificuldades económicas. Cerca de 60 milhões de refugiados ou de pessoas deslocadas no interior do seu país em todo o mundo não têm outra alternativa senão partir. No nosso mundo interdependente, é essencial agir e cooperar a nível internacional se quisermos preservar os direitos humanos.


Foto: Comissão Europeia, Agosto de 2015