quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Ano Europeu para o Desenvolvimento!



Somos já 5000 membros no Ano Europeu para o Desenvolvimento. Obrigado pelo entusiasmo na promoção de um mundo economicamente menos desigual, socialmente mais justo, ambientalmente mais sustentável.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Dia do Armistício.

Dia do Armistício.




Este evento marca o aniversário do fim simbólico da Primeira Guerra Mundial, a 11 de novembro de 1918. A data comemora o Armistício de Compiègne, assinado entre os Aliados e o Império Alemão em Compiègne, França, assinalando o fim das hostilidades na Frente Ocidental, o qual teve efeito às 11 horas da manhã — a "undécima hora do undécimo dia do undécimo mês".



Às 11 horas da manhã de 11 de novembro de 1918, a Alemanha assinou o armistício que pôs fim à Primeira Guerra Mundial – conhecida à época como a Grande Guerra. Quatro anos de trincheiras, de lama, de horror, de gás, nos dois campos de batalha. O armistício não era percebido como o fim apenas daquela guerra, mas como o fim definitivo das guerras.




Faz hoje 97 anos  que  terminou a 1ª Guerra Mundial. O armistício de 11 de novembro de 1918 assinala a rendição da Alemanha e o fim da Primeira Guerra Mundial. O dia 11 de novembro tornou-se o dia da lembrança em homenagem aos soldados.
Para evocar o Centenário da Grande Guerra, os alunos do 9ª ano e do Clube Europeu realizaram trabalhos, que estarão expostos de 16 a 20 de novembro, no polivalente da escola.
No dia 11 de novembro de 1918 era assinado o Armistício de Compiègne entre os Aliados e a Alemanha, dentro de um vagão-restaurante, na floresta de Compiègne, na França, com o objetivo de encerrar as hostilidades na frente ocidental da Primeira Guerra Mundial. Os principais signatários foram o Marechal Ferdinand Foch, comandante-em-chefe das forças da Tríplice Entente, e Matthias Erzberger, representante alemão. Naquele dia, Foch enviou uma mensagem por telégrafo para todos os seus comandantes: “As hostilidades cessarão em toda a frente no dia 11 de novembro às 11h, no horário da França.”
A chamada Grande Guerra tirou a vida de cerca de 9 milhões de soldados e deixou outros 21 milhões feridos. Indiretamente, morreram vítimas da guerra perto de 10 milhões de civis. Os dois países mais afetados foram Alemanha e França, cada um enviou para os campos de batalha cerca de 80% de sua população do sexo masculino, com idades entre 15 e 49 anos.
Depois do armistício, foi assinado o tratado de paz de Versalhes, celebrado em 1919, no qual a Alemanha, derrotada, era obrigada a reduzir as suas tropas pela metade, pagar pesadas indemnizações aos países vencedores, ceder todas as suas colónias e devolver a Alsácia-Lorena à França. Infelizmente, o tratado não iria alcançar o seu objetivo. A Alemanha reclamou que tinha assinado o armistício sob falsos pretextos, já que havia acreditado que a paz era uma “paz sem vencedores”, como havia sugerido o então presidente dos EUA Wilson. Os anos passaram, e o ódio ao tratado e aos seus autores estabeleceram um ressentimento latente na Alemanha. Duas décadas depois, estes sentimentos estariam entre as causas da Segunda Guerra Mundial.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Queda do Muro de Berlim



Hoje celebra-se os 26 anos da queda do Muro de Berlim. As imagens percorreram o mundo quando foram abertas as fronteiras em Berlim e as pessoas do oeste e do leste se abraçaram.
A queda do Muro de Berlim foi resultado de uma revolução popular pacífica com o lema "nós somos o povo", posteriormente "nós somos um povo". A dimensão internacional da reunificação foi ultimada um ano depois, no Tratado Dois Mais Quatro, firmado entre os dois estados alemães, de um lado, e os EUA, o Reino Unido, a França e a então União Soviética, de outro.
Construído na madrugada do dia 13 de agosto de 1961, o muro separou a Berlim Oriental da Berlim Ocidental durante 28 anos. O Muro de Berlim não separou apenas bairros, vizinhos, parentes e amigos. Ele era o símbolo de um mundo dividido, de uma ordem mundial que marcou o século passado: junto com a distinta e muito mais longa fronteira interna entre a República Federal da Alemanha (RFA) e a República Democrática Alemã (RDA), o Muro de Berlim passou a simbolizar a chamada "cortina de ferro".
A queda do Muro de Berlim representa, portanto, muito mais do que um evento isolado na Alemanha: ele trouxe o fim da Guerra Fria e abriu o caminho para a fusão da Europa Oriental e Ocidental.